No Super Bowl LI, os Patriots reverteram um 28 a 3 para 34 a 28 na primeira prorrogação da final, Tom Brady liderou a maior virada da NFL e consolidou o seu legado
Em Houston, no NRG Stadium, o Super Bowl LI parecia decidido quando o Atlanta Falcons abriu 28 a 3 no terceiro quarto, mas o New England Patriots iniciou uma reação rara.
Comandados por Tom Brady, os Patriots empilharam campanhas eficientes, defenderam com agressividade e levaram o jogo para a prorrogação, algo inédito no Super Bowl.
Números, jogadas e decisões explicam como o placar virou para 34 a 28, com direito a recordes e um lance inesquecível de Julian Edelman, segundo arquivos oficiais da NFL, registros dos Patriots, ESPN Stats & Information e o livro The TB12 Method.
A virada 28 a 3, posse a posse
O Super Bowl LI caminhava para um domínio total dos Falcons, que chegaram a liderar por 28 a 3 na metade do terceiro quarto, impondo ritmo e pressionando o pocket.
Os Patriots responderam com pontuação constante, reduziram a diferença e, na defesa, forçaram erros cruciais, criando campo curto e controlando o relógio com passes curtos e ritmo alto.
O momento mudou em um strip sack em Matt Ryan, seguido de touchdown e conversão de dois pontos, a partir dali, cada campanha de New England pressionou Atlanta e virou a maré.
Na sequência decisiva, veio a recepção milimétrica de Julian Edelman, a bola tocou em pernas e mãos, mas não no chão, mantendo viva a campanha que empatou o jogo no fim.
Recordes do Super Bowl LI, Brady e James White
Tom Brady lançou para 466 jardas e completou 43 passes, marcas de recorde no Super Bowl LI, desempenho que sustentou a virada ponto a ponto.
James White brilhou com 14 recepções, somou 3 touchdowns e 20 pontos, incluindo a corrida na prorrogação que selou o 34 a 28, números confirmados pelo box score oficial da NFL.
New England marcou 25 pontos seguidos para empatar, uma escalada rara em finais, consolidada por duas conversões de dois pontos executadas com precisão e frieza.
Foi a primeira prorrogação da história do Super Bowl, um marco estatístico que reforça a dimensão histórica da virada no Super Bowl LI.
Jogadas chave, ajustes e decisões
A defesa dos Patriots ajustou pressões, o strip sack de Dont’a Hightower em Matt Ryan mudou o roteiro, a partir dali Atlanta perdeu ritmo e New England acelerou.
No ataque, Brady apostou em passes rápidos para backs e slots, protegendo a bola e desgastando a defesa, James White e Danny Amendola foram alvos constantes em rotas curtas.
Os Falcons avançaram em busca de um field goal no fim, mas um sack e uma falta tiraram o time de alcance, abrindo caminho para o empate dos Patriots.
As conversões de dois pontos, desenhadas para explorar mismatches, funcionaram com execução clínica, elemento tático que sustentou a virada no Super Bowl LI.
Legado do Super Bowl LI para Patriots, Falcons e a NFL
A vitória por 34 a 28 elevou Tom Brady e Bill Belichick a um patamar histórico, consolidou a cultura de resiliência dos Patriots e redefiniu o que é possível em finais.
Para os Falcons, o 28 a 3 virou símbolo de lições duras sobre gestão de relógio e proteção ao quarterback, um capítulo que ainda ecoa na franquia e na liga.
Na NFL, o Super Bowl LI virou referência de improbabilidade, com probabilidade de vitória de Atlanta acima de 99 por cento em certo momento, reforçando a força das viradas.
O legado do Super Bowl LI é técnico e emocional, recordes, lances icônicos e a lembrança de que uma posse pode mudar tudo, especialmente com Tom Brady em campo.
+ Siga o Giro no Facebook
+ Siga o Giro no Instagram
Leia Mais:

